PSU “não é uma “medida de controlo”, mas um trampolim contra “a subsidiodependência”

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A palavra “subsidiodependência” voltou a estar no centro do debate sobre a criação da nova Prestação Social Única (PSU), que funde 13 prestações sociais não contributivas, e mais uma vez a reboque do tempo de permanência do Rendimento Social de Inserção (RSI), criado para acudir às situações de pobreza mais extrema. “A duração média do beneficiário do RSI, em Abril de 2020, era de quatro anos e quatro meses. Em Abril de 2026, é de cinco anos e três meses, ou seja, há uma tendência de aumento do tempo em que as pessoas beneficiam, estão dependentes deste subsídio”, esgrimiu a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, ao fechar a maratona de audições na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão do Parlamento, onde a proposta do Governo estará este fim-de-semana a ser discutida em contra-relógio, dado que as alterações dos partidos só poderão ser apresentadas até segunda-feira, ao meio-dia.

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