A ausência de críticas à liderança de Luís Montenegro, reeleito com 94,8% dos votos, e à acção do Governo nas moções apresentadas ao 43.º Congresso do PSD não traduz, para José Ribau Esteves, falta de debate interno, mas sim uma postura de “responsabilidade política”. Em entrevista ao PÚBLICO, o também presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro considera que colocar em causa a liderança do presidente social-democrata seria “o acto mais grave, [capaz] de desestabilizar o país”. Defende que 2026 será “o ano capital” para a reforma do Estado e sustenta que o PSD deve continuar a dialogar com o Chega, apesar das “muito poucas” afinidades programáticas entre ambos.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com




