O Benfica sagrou-se neste sábado campeão nacional de hóquei em patins, após vitória frente ao Sporting no terceiro jogo do play-off da final.
No Pavilhão da Luz, o Benfica confirmou o bom momento e depois de duas vitórias, por 3-2 e 5-2, fechou a contagem da final com um triunfo por 3-1 para selar o título nacional que fugia desde 2023.
Numa primeira parte muito equilibrada entre os rivais, o Benfica saiu para o intervalo a vencer por 2-0, graças a dois golos, conseguidos nos últimos 45 segundos do primeiro período, primeiro de João Rodrigues e depois por Viti Jr.
Apesar de uma boa entrada do Sporting no segundo tempo, que procurava impedir a festa benfiquista, os “encarnados” geriram bem o duelo e chegaram ao terceiro aos 31 minutos, por João Rodrigues. O golo de honra “leonino” foi apontado por Nolito Romero, na sequência de um livre directo, aos 46 minutos.
O Benfica recebeu o Sporting na procura de fechar já hoje as contas do título e contando com o regressado Pau Bargalló, mas apanhou um Sporting mais coeso defensivamente e a criar sempre muitas dificuldades às “águias”.
Aos 23 minutos, quando Diogo Barata viu cartão azul e o Sporting ficou reduzido a quatro jogadores, previa-se o primeiro verdadeiro momento de desequilíbrio no derby, mas foram mesmo os “leões” os primeiros a criar perigo, num contra-ataque de Nolito Romero que esbarrou em Conti Acevedo.
A 42 segundos do intervalo, ainda com o Benfica em power-play, João Rodrigues tentou a meia-distância – na qual o Benfica insistia – e bateu mesmo Xano Edo, inaugurando o marcador no Pavilhão do Estádio da Luz.
Com dois segundos por jogar antes do intervalo foi a vez de Viti, novamente de longe, a rematar e marcar, “duplicando” a vantagem “encarnada” sobre o rival para grande festa de Rui Costa que, na tribuna, via os adeptos pedir “o Benfica campeão”.
Numa segunda parte de gestão por parte do Benfica, cujos jogadores celebravam efusivamente cada duelo ganho, o 3-1 surge após nova vantagem numérica “encarnada” devido ao cartão azul exibido a Henrique Magalhães, aos 31 minutos, que deu em penálti contra os homens de Edo Bosch.
Na conversão, João Rodrigues ainda permitiu uma primeira defesa a Xano Edo mas, na recarga, fez mesmo o terceiro e lançou a festa do título no Pavilhão da Luz.
Quatro minutos depois, um novo azul Diogo Barata gerou protestos de Edo Bosch que acabou mesmo por receber ordem de expulsão.
O Sporting tentou sempre esboçar uma reacção que reabrisse a esperança de conseguir algo do jogo, mas Conti Acevedo ia mantendo a sua baliza ‘a zeros’ e frustrava os “leões”.
Apenas aos 46 minutos, com um livre directo assinalado contra o Benfica, Nolito Romero foi capaz de bater Conti Acevedo, fazendo o 3-1.
Com este resultado, o Benfica sagrou-se campeão nacional três anos depois da última conquista, conquistando o 25.º ceptro e tornando-se o primeiro campeão invicto em todo o campeonato, desde a introdução dos play-off. Os benfiquistas somam agora 25 títulos, menos um que o recordista FC Porto (26).
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