A campanha eleitoral da calamidade chega ao fim em clima de incerteza e drama

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Faltavam menos de 48 horas para o final da campanha da segunda volta das eleições presidenciais e um dos candidatos avança com uma solução radical: adiar as eleições.

A lei eleitoral para o Presidente da República não prevê um adiamento geral do ato eleitoral, apenas adiamentos em secções de voto determinadas pelos presidentes de Câmara. Mas o apelo de André Ventura exprime bem a complexidade desta campanha estranha em que se falou mais do clima do que de política. Ventura, um jurista, sabe que o seu pedido não tem cabimento legal, mas o seu instinto político leva-o a aproveitar a intempérie para se recolocar onde mais gosta de estar: no centro das atenções.

Seja como for, as marcas da vaga de depressões que aconteceram nas duas últimas semanas da campanha são indeléveis. O país, naturalmente, focou-se mais no drama dos portugueses afectados do que nas mensagens dos candidatos.

Convidámos para discutir estes temas o economista Rui Moreira. Foi, até Novembro, presidente da Câmara Municipal do Porto e foi também mandatário nacional da candidatura de Luís Marcos Mendes. Depois dos resultados da primeira volta, Rui Moreira tornou público o seu apoio a António José Seguro.


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