A apresentação pública da nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2) coloca o sistema científico português perante uma das mais profundas transformações institucionais das últimas décadas. A extinção da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a sua fusão com a Agência Nacional de Inovação (ANI) não são uma simples reorganização administrativa. É uma mudança de paradigma, com consequências duradouras para o futuro da ciência, das universidades e da própria democracia.
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