Desde o início daquele ano de 1937 que Pablo Picasso (1881-1973) tinha em mãos uma encomenda importante, e não havia meio de lhe dar resposta. O Governo da Segunda República espanhola pedira-lhe que fizesse uma obra de grandes dimensões para o pavilhão de Madrid na Feira Mundial de Paris, a inaugurar nesse Verão. O pintor de Málaga, figura maior da arte do século XX que, à data, era já reconhecido internacionalmente, não sabia ainda o que apresentar quando, no seu exílio parisiense, lhe chegou a notícia do bombardeamento de Gernika-Lumo (Guernica, em português), pequena cidade da província da Biscaia, no País Basco.
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