O ex-director da Polícia Judiciária não devia ter sido nomeado ministro da Administração Interna, em nome da defesa do Estado de direito democrático. Depois do insucesso dos mandatos das duas últimas titulares desta pasta governativa, Margarida Blasco e Maria Lúcia Amaral (que se demitiu em plena crise provocada pelas tempestades), o primeiro-ministro, Luís Montenegro, surpreendeu o país com a escolha de Luís Neves para liderar o Ministério da Administração Interna. Mas, ao fazê-lo, não cuidou da saúde da democracia portuguesa, nem respeitou os princípios do Estado de direito.
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