Quando A Ilha de Arturo foi publicado em 1957, a literatura italiana atravessava um momento de transição profunda. O neo-realismo dominante nos anos imediatamente a seguir à II Guerra Mundial começava a dar sinais de esgotamento. A urgência moral de testemunhar a devastação social e política do fascismo e da guerra, que animara escritores como Cesare Pavese, Elio Vittorini ou Natalia Ginzburg, parecia já não bastar para explicar a complexidade psicológica e existencial de uma Itália em reconstrução.
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