A Itália continua a sonhar com um regresso às fases finais de um Mundial de futebol, depois de duas qualificações falhadas. A “squadra azzurra” triunfou nesta quinta-feira, em Bérgamo, sobre a Irlanda do Norte por 2-0 e garantiu presença na final do caminho A dos play-off do apuramento europeu para o Mundial 2026. Os “azzurri”, que falharam os Mundiais de 2018 e 2022, não foram brilhantes, mas acabaram por justificar o triunfo perante uma selecção norte-irlandesa que pouco atacou, marcando encontro com a Bósnia e Herzegovina, “carrasco” do País de Gales.
Em Bérgamo, quase só deu Itália, mas Gennaro Gattuso, o seleccionador, não conseguiu inspirar os seus jogadores a uma grande exibição perante um conjunto de suplentes da Premier League e jogadores de escalões inferiores. Ainda assim, a selecção norte-irlandesa conseguiu aguentar quase uma hora, até ao momento em que Sandro Tonali, aos 56’, fez o 1-0, num remate potente de fora da área e sem hipóteses para o guardião norueguês. Aos 80’, Moise Kean descansou os italianos, com um remate cruzado de pé esquerdo, após passe de Tonali.
A Itália irá agora defrontar, em Zenica, na próxima terça-feira, o Bósnia e Herzegovina, que abateu o País de Gales nos penáltis (4-2), após 1-1 em 120 minutos. Aos 51’, um erro defensivo da Bósnia, que teve o benfiquista Dedic como titular, deixou a bola nos pés do homem do Leeds United e este, de fora da área, atirou para o único golo do jogo. Os bósnios conseguiram empatar já perto do fim, com um golo do eterno Edin Dzeko aos 86’, e o jogo foi para prolongamento. No tempo-extra nada se decidiu e, nos penáltis, os bósnios foram mais certeiros, apesar de terem sido os primeiros a falhar.
No caminho B, serão Suécia e Polónia a jogar por um lugar na próxima terça-feira. Em Valência, os suecos conseguiram uma vitória robusta por 3-1 sobre a Ucrânia de Trubin e Sudakov. Victor Gyökeres mostrou pontaria afinada, ao marcar os três golos da selecção nórdica, agora com nova vida rumo ao Mundial depois de uma qualificação em que apenas fez dois pontos em dois jogos. Ponomarenko fez o único golo ucraniano aos 90′.
Em Varsóvia, a Polónia, com os portistas Bednarek e Kiwior no eixo da defesa, teve de sofrer para eliminar a Albânia. Os albaneses colocaram-se em vantagem com um golo de Hoxha aos 42’, aproveitando um erro de Bednarek, mas a Polónia, já com o também portista Pietuszewski a partir dos 46’, conseguiu dar a volta, com golos de Lewandowski (86’) e Zielinski (73’).
A maior goleada da noite aconteceu em Copenhaga, com a Dinamarca a qualificar-se no caminho D com um 4-0 sobre a Macedónia do Norte. Com Hjulmand, Bah e Froholdt no “onze”, os dinamarqueses contaram com dois golos de Gustav Isaksen, um de Damsgaard e outro de Norgaard para marcarem presença na final, que será contra que será contra a República Checa, vitoriosa sobre a República da Irlanda nos penáltis.
Em Praga, a República da Irlanda cedo chegou a uma vantagem de dois golos, com um penálti convertido por Troy Parrott aos 19’ e um autogolo do guarda-redes Matej Kovar aos 23’, mas os checos conseguiram reduzir ainda antes do intervalo, graças ao acerto de Patrick Schick da marca dos 11 metros aos 27’. Já perto do fim, os checos conseguiram o empate, com um golo de Krejci aos 86’. Tudo ficou na mesma nos 30 minutos de tempo extra e, no desempate por penáltis, os checos completaram a reviravolta perante o seu público.
No caminho C, os finalistas são a Turquia, vitoriosa em Istambul sobre a Roménia por 1-0, e o Kosovo, triunfante sobre a Eslováquia por 3-4 em Bratislava.
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