A nova geografia dos restaurantes chineses

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Crepe chinês, sopa de ninho de andorinha, chop suey de vaca, pato à Pequim, porco agridoce, arroz chau-chau, gelado frito. Durante anos, “ir ao chinês” em Portugal não fugia muito deste alinhamento, servido em restaurantes quase sempre iguais entre si, como se a gastronomia chinesa fosse uma só e não um continente inteiro de cozinhas. Faltava diversidade, faltava risco e faltava, sobretudo, identidade. Ou pelo menos uma identidade que não chegasse já filtrada para o gosto ocidental. Hoje, felizmente, já não é assim e multiplicam-se as opções. Às portas de mais um Ano Novo Chinês, que se assinala na terça-feira, essa mudança torna-se particularmente visível nos menus de celebração, mas também na oferta de todos os dias.

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