Dizem as fontes oficiais que terá sido durante a sua lua-de-mel, em 1951, que Leonard Bernstein começou a compor a sua ópera Trouble in Tahiti. Uma ópera de um só acto, dividida em sete cenas, espelho do casamento periclitante de um jovem casal norte-americano, retrato de uma felicidade em remissão, da acrimónia à espreita e do reverso da idealização da vida familiar nos subúrbios dos Estados Unidos – a promessa do american dream misturada com o advento do consumismo e do materialismo pós-Segunda Guerra Mundial.
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