Findo o horário laboral, desligavam-se as luzes dos prédios e esvaziavam-se as ruas. Além de uns poucos cafés, o movimento era quase inexistente. Naquela zona do Financial District, Manhattan, Nova Iorque, silêncio e escuridão antes de o bulício recomeçar na manhã do dia seguinte. Não em todo o lado. Num loft num dos prédios empresariais, arrendado a baixo custo e sem direito a aquecimento nocturno, o silêncio da madrugada era o tempo da criação.
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