“A verdade é esta: já não há nada a fazer.” Cândido Mota, de 62 anos, diz sentir-se conformado com a inevitabilidade de ficar totalmente dependente. Depois de ter recebido o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), cedo o percebeu. Para não sobrecarregar (mais) a família num futuro próximo e para assegurar que não é submetido a quaisquer procedimentos invasivos, Cândido optou por fazer um testamento vital. Neste documento, um utente pode manifestar, antecipadamente, o tipo de cuidados de saúde que pretende (ou não) receber, quando estiver incapaz de expressar a sua vontade autonomamente. Em 31 de Dezembro de 2025, estavam activos 45.247 testamentos vitais em Portugal, de acordo com o balanço pedido pelo PÚBLICO aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), um crescimento de 8% face aos números do início do ano passado.
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