Após cinco cartas sem resposta, Carneiro avisa Montenegro: “A paciência tem limites”

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Não foi uma, nem duas, mas uma mão cheia. José Luís Carneiro enviou cinco cartas a Luís Montenegro com propostas de soluções para a saúde, a habitação, a defesa, a justiça e, mais recentemente, para mitigar os efeitos da crise provocada pelas tempestades. Nenhuma das missivas obteve resposta formal. Agora, com António José Seguro em Belém a apelar à “convergência” entre partidos, o secretário-geral socialista endurece o tom contra a “sobranceria” decorrente do silêncio do Governo. E avisa: “A paciência tem limites.”

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