
Bernardo Maria Salgado acaba de publicar 77 Sonetos para Um Ensaio-Geral (Assírio & Alvim). Esta recolha, que se segue a livros de distribuição mais limitada, agrega um conjunto poético marcadamente idiossincrático. A poesia de Salgado não se circunscreve a um feito de carácter formal ou a um caso de virtuosismo. Há nos seus poemas um saber que, sem excluir o âmbito da técnica e da forma, transcende essa acepção para ascender a um patamar em que o controlo discursivo convive com uma respiração coloquial, a presença no mundo, a tradição literária e os mistérios (ou a clareza) de Deus.
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