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Fã de Michael Jackson desde os 5 anos, o brasileiro Rodrigo Teaser, 45, achava que o rei do pop tinha poderes sobre-humanos. “Michael Jackson sempre esteve num lugar maior, não era apenas um cantor. Talvez pelos seus clipes ou pelos jogos de videogame dos anos de 1990, para mim, ele era como um super-herói”, diz Rodrigo, que há 14 anos sobe ao palco com Michael Lives Forever, em que interpreta o artista norte-americano, que morreu em 2009, aos 50 anos.
O espetáculo volta a Portugal nos próximos dias 13 (Lisboa) e 14 (Porto), com participações especiais do bailarino e coreógrafo LaVelle Smith e Kevin Dorsey, backing vocal e co-diretor musical de todas as turnês de Michael Jackson.
“Eles não só dividiram o palco com o Michael como fizeram parte da equipe criativa dele. Eles viram as ideias e vontades do Michael ganharem forma. E são generosos a ponto de não só nos dirigir como dividir todas essas informações”, explica Rodrigo. Os ingressos podem ser adquiridos neste site.
Michael Lives Forever já passou por 15 países e, apesar de afirmar que todas as apresentações foram muito importantes, Rodrigo entrega que entrar em cartaz na Broadway, em Nova York, teve um gostinho especial. “Todos têm uma importância única. E eu não falo isso da boca para fora. Pisar nos palcos do mundo vai além do que eu sonhei. Mas confesso que ver nosso show e nosso nome na fachada de um teatro da Broadway foi muito emocionante, porque, muitas vezes, ouvi que isso nunca me levaria a lugar nenhum”, enfatiza.
Puro prazer
Rodrigo sabe também que a responsabilidade de viver o rei do pop no teatro é grande. “Eu busco não carregar isso como um peso, embora ele exista”, frisa. “Tento respeitar todos os aspectos de suas criações. Não mudamos músicas, melodias, arranjos, coreografias e figurinos. A gente apresenta tal qual ele criou. E nisso a supervisão de LaVelle Smith e Kevin Dorsey se tornam indispensáveis”, acrescenta.
Nascido em São Paulo, o artista afirma que, por volta dos 12 anos, começou a fazer aulas de dança e, aos 15, de canto. Mas quando decidiu seguir a carreira artística, ele jura que nem sonhava que um dia se transformaria em Michael Jackson.
“Não tive nenhuma formação em faculdade, mas, desde a adolescência, minha vida tem sido em torno disso. Eu fui cativado pela arte do Michael. Isso ocupava meu tempo e me tornou alguém ainda mais fã dele. Mas não tinha essa pretensão, era puro prazer”, acrescenta.
Artista único
Porém, Michael Lives Forever, destaca ele, virou um projeto após a morte do dono de hits inesquecíveis como Billie Jean, Thriller e Beat It. “Eu já fazia shows com bailarinos e playback instrumental. Quando Michael se foi, decidi fazer um espetáculo de despedida, em homenagem a ele. Produzimos, eu e minha mulher, um show que até então nenhum imitador tinha feito. Estreamos com cenário, banda, bailarinos, efeitos e elevadores cênicos. Naquele momento, eu não sabia, mas estava criando um novo mercado para esse tipo de imitadores intérpretes”, avalia.
Para Rodrigo, o maior desafio do espetáculo, além de cantar e dançar, é trazer “à memória do público o maior artista de todos os tempos” com todas as suas músicas e coreografias. “Michael Jackson segue sendo um artista único e sua obra segue encantando plateias no mundo todo”, garante.
De Portugal, Michael Lives Forever segue para o Japão. Depois, Rodrigo conta que retoma a agenda de shows no Brasil. “É o nosso maior mercado. A gente faz anualmente 60 shows por ano somente no Brasil”, calcula ele, que, ainda no primeiro semestre deste ano, retorna à China. Mais: Estados Unidos e Moçambique também estão no calendário internacional do espetáculo em 20026.
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