Brasileiros e portugueses que votam no Brasil dão a maioria para André Ventura

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Tal como aconteceu no primeiro turno das eleições para presidência de Portugal, portugueses que vivem no Brasil e brasileiros que têm dupla cidadania e também votam por lá deram preferência ao candidato André Ventura (líder do Chega) ao vencedor do pleito, António José Seguro (ex-líder do PS), eleito o novo presidente de Portugal neste domingo (8). Ele vai assumir o posto ocupado por Marcelo Rebelo de Sousa durante dez anos.

Na somatória dos dez locais de votação, o líder do Chega teve 4269 votos (58,73%) contra 3000 (41,27%) de Seguro. Também foram registrados seis votos em branco e 33 nulos. Ou seja, dos 303.670 inscritos aptos para votar só votaram 7308 pessoas.

O único local de votação onde o novo presidente venceu foi em Porto Alegre, a capital do Rio Grande do Sul, com 54% dos votos. Em contrapartida, em Belém, no Pará, Ventura teve nada menos que 73,89% dos votos, contra 26,11% de António José Seguro.

Em Brasília, a capital federal, a diferença entre os candidatos foi pequena – de praticamente 1%, com apenas 11 votos. Ventura teve 276 votos, o equivalente a 51,02% dos eleitores. Já Seguro ficou com 48,98% (265 votos).

Na região sudeste, em São Paulo, que reuniu o maior número de eleitores, Ventura ficou com 58,58% da preferência (1779 votos), contra 41,42% (1258 votos) para Seguro. Em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, a votação ficou parecida, com 57,52% para o líder do Chega e 42,48% para o novo presidente, dos 226 votos totais. Já no Rio de Janeiro, a margem de diferença foi menor: 53,66% (807 votos) para Ventura e 46,34% (697 votos) para Seguro.

No Sul, os portugueses e brasileiros com dupla cidadania deram 56,36% (133) dos votos para Ventura e 43,64% (103) para Seguro. Já em Porto Alegre, o novo presidente levou a melhor: 54,08%, contra 45,92 do líder do Chega.

No Nordeste, Fortaleza, capital do Ceará, teve a maior margem para Ventura: 64,98% contra 35,02%. Recife deu 60,34% ao candidato do Chega e 39,66% a Seguro. Em Salvador, a situação ficou mais equilibrada: 51,27% contra 48,73%, com a vantagem para o candidato da direita populista.

Em Belém, no Pará, único local de votação no Norte do Brasil, o candidato da direita populista teve 73,89% dos votos – 682, contra 241 de Seguro, que ficou com apenas 26,11% da preferência dos eleitores.

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