Bruno Pernadas antes de virar a página: “Gosto de rigor, mas também gosto do oposto”

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A capa já anuncia uma mudança. Bruno Pernadas, compositor lisboeta com uma curiosidade omnívora que faz dele um músico dos interstícios, combinando várias gramáticas distintas para criar o seu próprio léxico — na sua música, ouvimos jazz e pop celestial, psicadelismo e exotica, Stereolab e Les Baxter, a Terra que conhecemos e o cosmos que nos fascina, enfim, toda uma série de coordenadas distintas que, juntas, fazem este que é um dos mais relevantes nomes da música feita em Portugal nos últimos dez anos, ou coisa que o valha —, habituou-nos a capas cheias de cor, surrealismo e mistério, que começam a plantar no nosso cérebro sugestões de imagens da música que trazem dentro de si antes que sequer ouçamos uma nota.

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