Em declarações ao PÚBLICO na quinta-feira, Rita Rato garantiu não lhe terem sido dadas justificações para a saída da direcção do Museu do Aljube. “Fui elogiada pelo meu trabalho, mas não me foram dados motivos objectivos para a não renovação.” Um dia antes, Francisco Frazão, que manifestara o desejo de permanecer à frente do teatro cuja nova vida dirigiu nos últimos sete anos, forma de fechar este ciclo refundador do Teatro do Bairro Alto, preferia não se pronunciar sobre as justificações que lhe foram dadas para o afastar do cargo. A oposição acusa o executivo de Carlos Moedas de “saneamento”.
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