No final de um concerto em Barcelona, Lila Fraysse e Caroline Dufau foram surpreendidas com um convite insólito. Fraysse e Dufau, fundadoras em 2014 do duo Cocanha, uma inebriante e hipnótica máquina de celebração da identidade occitana através de melodias polifónicas e da percussão feita de pés a castigar o chão, palmas a marcar o andamento e da sonoridade peculiar do tambor de cordas, apresentavam na Catalunha aquilo a que chamam os seus “cantos polifónicos para dançar”. E eis que, terminada a sua apresentação, eram convidadas por outro duo, Los Sara Fontan, a juntarem-se numa constelação que incluía também as Tarta Relena (mais um duo, sim) e que tinha por missão “fazer uma criação em torno das memórias das trabalhadoras de uma antiga fábrica têxtil chamada Fabra i Coats, entretanto convertida em centro artístico”, conta ao Ípsilon Lila Fraysse.
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