Crowne Plaza Porto ou as várias vidas de um hotel (de luxo)

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Chegámos à Boavista com a cidade em andamento — em breve, vemos passar a coqueluche da avenida, o Metrobus, que, finalmente, depois de anos de obras e muitos meses de espera, se estreou nas suas andanças — e entrámos num átrio onde o ritmo abranda. Na verdade, a cidade deixa de escutar-se neste átrio-lounge onde se espalham “ilhas” de sofás, alguns computadores abertos, trabalho mais ou menos constante. É final da manhã e o bar que daqui se avista (Somos, de seu nome) está vazio por agora: o seu “turno” começa mais tarde, ao final da tarde, quando os computadores (os daqui e os dos escritórios em redor) se fecham. Pelo ar, esquivo como todos os odores, “o cheiro Crowne Plaza”, assegura a responsável de vendas Diana Lemos. Uma espécie de assinatura (das amenities) que fica, como que a assinalar “casa” (longe de casa): “Em qualquer lugar do mundo, quem entra num Crowne Plaza vai reconhecê-lo”. Seja.

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