Somos das populações mais envelhecidas da Europa e essa realidade é conhecida há anos, mas a forma como nos estamos a adaptar a essa evolução, ao nível do ensino e formação direccionados para lidar com os mais velhos, está a ser lenta e cheia de lacunas. Ou não há formação suficiente ou há mas não é capaz de captar interessados porque a actividade é ainda pouco atractiva. Há uma miríade de problemas entrelaçados que é preciso ultrapassar para que a situação comece a mudar.
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