De “atentado contra a vida” a “escolha sensata”: os 25 anos da venda livre da pílula do dia seguinte em Portugal

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“Não gosto de recordar o momento e confesso que tive vergonha”, conta Sofia (nome fictício), hoje com 28 anos. Na manhã seguinte a uma relação sexual em que o preservativo “pareceu não funcionar como devia”, sentou-se na cama com o namorado e tomou uma decisão: comprar a pílula do dia seguinte. Tinha então 20 anos. Pelas contas do seu ciclo menstrual, sabia que estava no período fértil e, apesar de tomar a pílula diariamente, nessa semana tinha-se esquecido dela em casa dos pais. “Sabia que ia ficar ansiosa nos dias seguintes e que o medo, para piorar, atrasaria a minha menstruação”, recorda. O receio de uma gravidez não planeada nasceu desse “conjunto de coincidências” e levou Sofia a dirigir-se a uma farmácia. No balcão, com o parceiro, o processo foi “natural”.

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