Ao sair do Palácio de Belém, dez anos e dois mandatos depois, Marcelo Rebelo de Sousa deixa um legado diplomático marcado por 176 deslocações ao estrangeiro, distribuídas por 60 países. Mais do que qualquer um dos seus antecessores em igual período − o recorde era até agora de Mário Soares, que fez mais de 160 visitas −, Marcelo percorreu o mundo em visitas oficiais, de Estado, cimeiras, cerimónias desportivas e culturais, posses, funerais de Estado e comemorações do Dia de Portugal, “por missão, não por prazer”, como explicaria, notando que hoje em dia se exigem mais deslocações, dada a expansão das relações diplomáticas e as crescentes tensões internacionais. Aníbal Cavaco Silva fez apenas 80, por exemplo.
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