“Droga do riso”: aumentam as intoxicações que chegam ao SNS e disparam as apreensões

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Pedro, 16 anos, consumia frequentemente a chamada “droga do riso” em momentos de diversão com amigos. Este gás, que consta da lista de substâncias psicoactivas proibidas e cujas apreensões têm estado a aumentar, é conhecido por provocar, numa primeira fase, estados de euforia e excitação. Mas o consumo de óxido nitroso tem riscos que podem ser graves. Em 2024, Pedro (nome fictício) foi admitido no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, com uma manifestação neurológica: tinha dificuldade em andar, fraqueza e formigueiro das pernas decorrente de uma mieloneuropatia (dano nos nervos e medula) e défice de vitamina B12, uma situação que pode ser grave, irreversível ou de recuperação parcial. Esteve internado naquele hospital, de onde acabou por ter alta com muitos défices na marcha e necessidade de passar por um programa intensivo de fisioterapia.

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