Entre a irritação e a sátira, Kim Gordon reincide com um tumultuoso Play Me

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É um ataque contínuo. Frases, slogans, imagens que se sucedem rápidas, flashes disparados sobre batidas cruas, trap de garagem, guitarras incandescentes, distorção a gritar “let the world burn”, que é exactamente o que grita a voz grave e crispada, a voz cantada-falada que, noutros momentos, é assustadoramente descritiva ou comicamente expressiva – “I like it/ talk/ dirty tech/ to me”, e aqui estamos, cordeirinhos do desejo, manipulados pelo gigantismo tecnológico da inteligência artificial.

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