Esmagado. Por enquanto

0
1

Ventura acaba com menos de um terço dos votos. Não era o que se esperaria num país em que a direita, eleitoralmente muito maioritária, e em que primeiro-ministro, PSD, IL, CDS e um dos três candidatos desta área (Cotrim Figueiredo) não quiseram apelar ao voto contra Ventura, ajudando assim à sua normalização (não é um “candidato antidemocrata” e tem “legitimidade democrática”, disse dele Paulo Núncio). Por mais que figuras da direita viessem a apelar ao voto em Seguro, mais preocupados em que Ventura disputasse a “liderança” das direitas do que com o perigo que ele representa para a democracia, era expectável que Ventura conseguisse agregar uma parte muito considerável do voto da direita. Seguro, que já partia com avanço, duplica a votação; Ventura acrescenta menos de um terço dos votos que teve na 1.ª volta. É muito? É muito menos do que seria expectável.

Os leitores são a força e a vida do jornal

O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com