A 10.ª edição do DDD – Festival Dias da Dança acontece nas cidades do Porto, Matosinhos e Gaia entre 8 e 19 de Abril com 50 apresentações, entre as quais 13 estreias absolutas e cinco nacionais, anunciou nesta quinta-feira a organização.
O DDD arranca no Rivoli, no dia 8 de Abril, com a estreia nacional de Encruzilhada, nova criação de Renan Martins para o Balé de São Paulo, no Brasil, destacou o director artístico do Teatro Municipal do Porto, Drew Klein, durante a conferência de imprensa que decorreu esta quinta-feira no Rivoli. Drew Klein salientou que se trata de uma obra coreográfica que celebra “a resistência e a negociação como prática partilhada”, inspirada em “arquivos de gestos”.
No dia de abertura está programada outra estreia no festival, desta vez no Coliseu do Porto: The Death at the Club, uma performance que “explora o corpo humano sob tensão numa pista de dança” da espanhola Candela Capitán.
“Assinalando dez anos de existência, e durante 12 dias, o DDD – Festival Dias da Dança converte o Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia numa grande capital da dança, afirmando a vitalidade da criação contemporânea e a capacidade de trabalho em rede no território”, assinalou o vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, Jorge Sobrado, presente na conferência de imprensa.
Durante a apresentação da programação para os 12 dias do evento, Drew Klein assumiu que muitas das propostas desta 10.ª edição lançam o olhar para o percurso percorrido até aqui, enquanto outras “projectam caminhos possíveis para o que vem a seguir” ou resultam “de autorias partilhadas e responsabilidade colectiva, sugerindo que o futuro da criação artística poderá residir no esforço comum, mais do que no génio individual”.
Entre as dezenas de espectáculos, o director artístico destacou peças de criadores nacionais de diferentes gerações, como Farsa, de Catarina Miranda; Reberberações, de Wura Moraes; Agora Baixou o Sol, de Luísa Saraiva; Ventre do Vulcão, de Tânia Carvalho, apresentada na Bienal de Dança de Veneza de 2025; a.travessa.da, de Piny; Hornfuckers, novo espectáculo de Diana Niepce; ou How to kill … For The Sake of Dying, de Xana Novais.
Fábio Coelho
No que toca a nomes internacionais, a brasileira Alice Ripoll regressa ao DDD com Adorno, a coreógrafa marroquina Bouchra Ourziguen apresenta-se em Serralves com Este Mundo, uma nova peça para a companhia Dançando com a Diferença, e a companhia chinesa TAO Dance Theater volta ao festival com uma double bill, 16 & 17.
O encerramento do 10.º DDD, no dia 18 de Abril, está a cargo do francês Éric Minh Cuong Castaing e da Companhia Shönen, com a estreia nacional de Tarab, no parque de estacionamento Siloauto, uma performance-festa-meditação em que o público é participante, imaginada em parceria com o músico Rayess Bek e oito intérpretes do Egipto, Palestina e Líbano. A par do Siloauto, o Palácio da Bolsa e o Teatro Helena Sá e Costa são os novos parceiros do festival.
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