Fim do Plano Nacional de Leitura: não se pode olhar para promoção da leitura como “obrigação tecnocrática”

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A Estrutura de Missão do Plano Nacional de Leitura (PNL) e o Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares estão oficialmente extintos, mas, na saída, a ex-comissária do PNL, Regina Duarte, deixa um alerta sobre o futuro das políticas públicas de promoção da leitura no país: “Ao deixar de ser uma estrutura autónoma para passar a ser uma pequena unidade, num departamento, num instituto, perde-se visão de longo prazo e capacidade de execução. As políticas públicas de leitura exigem prioridade, pensamento próprio, recursos qualificados e orçamento. Cabe ao Estado definir os objectivos de literacia do país e a forma de os concretizar, e não olhar para a promoção da leitura como uma pequena obrigação tecnocrática, com poucos meios e sem autonomia.”

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