Enquanto estudou Relações Laborais numa universidade pública de Barcelona, Gabriel Rufián trabalhou em lojas de conhecidas cadeias de roupa. Numa entrevista, relatou como num desses empregos os salários dependiam de comissões de vendas, o que levava a uma competição selvagem entre colegas. Contou que uma superior os tratava mal e que, numa altura em que ele ainda estava a aprender as tarefas, o apelidou de “zero à esquerda”. O jovem Gabriel não esqueceu a humilhação e, anos mais tarde, quando já era deputado e conhecido, procurou a mulher na empresa e perguntou-lhe: “Quem é o zero à esquerda, agora?”.
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