A Galp registou um resultado líquido recorde de 1154 mil milhões de euros em 2025, um aumento de 20% face ao ano anterior, anunciou a empresa nesta segunda-feira.
O desempenho foi impulsionado pela produção de petróleo e gás no Brasil e pela comercialização de gás natural, apesar da descida do petróleo e do dólar e da paragem programada para manutenção da refinaria de Sines.
“A Galp obteve em 2025 um resultado líquido ajustado de 1,15 mil milhões de euros, o maior de sempre, com o aumento da produção de petróleo e gás no Brasil e o aprovisionamento & trading de gás natural a mitigarem o efeito combinado das desvalorizações do crude e do dólar, bem como o impacto de uma paragem programada da refinaria de Sines”, refere a empresa em comunicado.
Os resultados líquidos segundo as normas contabilísticas internacionais (IFRS), que reflectem o lucro contabilístico da empresa, aumentaram 8% face a 2024, para 1,12 mil milhões de euros.
“O resultado ajustado a custo de substituição (RCA) antes de juros, impostos, depreciação e amortizações (EBITDA) do ano foi de 3,04 mil milhões de euros, uma diminuição de 8% em relação ao ano anterior, que reflecte o impacto do contexto de mercado, com a descida das cotações médias do Brent, de 80,8 dólares por barril em 2024, para 69,1 dólares em 2025”, explica a petrolífera.
Mais de 80% do resultado operacional teve origem nas actividades internacionais, com mais de metade gerada no Brasil.
Neste cenário, a empresa propõe aos accionistas um aumento de 4% do dividendo, para 64 cêntimos por acção, e um novo programa de recompra de acções, no valor de 250 milhões de euros, “reforçando a política de retorno de capital aos accionistas”.
Em 2025, a empresa já tinha concluído um programa de recompra de 78 milhões de euros.
“Com base na sólida performance operacional, e em linha com as orientações para distribuições accionistas em vigor, o conselho de administração da Galp irá propor aos accionistas um aumento de 4% do dividendo, para 0,64 euros por acção, complementado por um novo programa de recompra de acções, a iniciar já este mês de Março”, lê-se no comunicado emitido pela petrolífera.
As acções da Galp estão a subir 4,8% na bolsa de Lisboa (cerca das 10h45), contrariando a tendência mundial de quebra generalizada depois do início dos bombardeamentos no Médio Oriente, com a Operação Fúria Épica. O íncide PSI, da bolsa de Lisboa e de que a Galp faz parte, cai cerca de 1%, à mesma hora.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com









