Os eventos climáticos extremos vividos na região centro no período entre a tempestade Kristin e as cheias no Baixo Mondego encerram uma lição e reclamam uma conclusão que o país não pode ignorar. Primeiro os números: as rajadas superiores a 200km/h no concelho de Soure deixaram 65% de casas e empresas sem eletricidade no concelho; os caudais superiores a 2100m3/segundo na ponte do Açude deixaram Coimbra à beira de uma cheia centenária e o país sem continuidade na sua principal infraestrutura rodoviária, a A1.
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