O ataque norte-americano ao Irão confirmou a especificidade da relação diplomática de Lisboa e Washington e expôs os constrangimentos que dela decorrem, levando o Governo a assumir uma posição equilibrista entre a autonomia nacional e a não antagonização do aliado Estados Unidos da América (EUA). Posição essa incapaz de salvaguardar o executivo de críticas de seguidismo face a Washington, essencialmente oriundas da esquerda.
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