O dia estava reservado para discutir, planear e pensar a ciência e inovação portuguesa, mas acabou por ter a economia como interface central. Se há quem diga que tudo é política, aqui tudo foi economia. Nesta terça-feira, o Governo organizou uma sessão pública para apresentar a metodologia que definirá o orçamento e as prioridades científicas da nova Agência de Investigação e Inovação (ou AI2). Sem novidades face ao que já tinha sido anunciado, esta proposta prevê mesas-redondas, conferências descentralizadas e participação online — providenciando a participação pública que a comunidade científica pediu durante meses, após ter sido decretado o fim da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
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