
Parar para olhar para si mesmo, realinhar e criar a partir do zero, sem guião e sem amarras, apenas com a ajuda de outros instrumentistas (um de cada vez), agarrado apenas a uma premissa: tudo o que nasceu desse encontro teria de ser fruto do improviso. Foi assim que Hugo Danin, baterista que assina um número difícil de contabilizar de trabalhos de estúdio e de aparições ao vivo com bandas de topo do pop-rock nacional, partiu para o seu mais recente trabalho a solo. Sonologues, disco editado no final do ano passado pela Now Jazz Agora, é um regresso às edições que remetem para a raiz jazz do músico com base no Porto, que convidou a juntarem-se a ele em estúdio seis nomes da linha da frente do mesmo circuito.
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