No que diz respeito à corrupção nas várias áreas do Estado, a começar pelas câmaras municipais, eu faço parte dos nove em cada dez portugueses que consideram que a corrupção é um problema grave e generalizado. Isto não tem nada de ideológico. É um problema estrutural, que corresponde a uma cultura extractiva instalada em cima de um Estado gargantuesco e ineficiente. Para quem tem a chave da despensa, a tentação de se ir servir à prateleira acaba por se tornar demasiado grande, até porque a prevenção não existe e a repressão é ineficaz.
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