Desde o passado 28 de Fevereiro, o primeiro dia do ataque ao Irão desencadeado pela coligação israelo-americana, a que a administração Trump deu o nome de Operação Fúria Épica, muito do património histórico iraniano tem sido destruído. Mas os danos colaterais estendem-se por toda a região. “Em vários locais de importância cultural, incluindo o Palácio de Golestão, no Irão, a Cidade Branca de Telavive, em Israel, e o porto de Tiro, no Líbano — todos inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO —, há relatos de impactos e danos, numa altura em que a escalada do conflito continua a causar imenso sofrimento humano, deslocações e inúmeras mortes e vítimas”, divulgou a agência das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura num comunicado datado de 8 de Março.
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