
Há um ponto de partida evidente em Tribal, de Michael Morris: a palavra “tribalismo”, que durante décadas foi usada como diagnóstico de uma patologia contemporânea que contém polarização, identidades fechadas, guerras culturais. Aqui, a palavra é reabilitada como condição constitutiva do humano. A atitude de Morris, à primeira vista, provocadora, torna-se depois programática.
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