O Banco Português de Fomento (BPF) contratou Miguel Alves ao Fundo Europeu de Investimento (FEI) para, a partir de 2 de Março, assumir a direcção financeira da instituição como chief financial officer (CFO).
Miguel Alves, 36 anos, é licenciado em Economia pela Universidade de Coimbra e nos últimos dez anos trabalhou no FEI (parte do Banco Europeu de Investimento), no Luxemburgo, onde “teve responsabilidades na gestão de instrumentos financeiros, nas dimensões do capital, das garantias e dos projectos de investimento”, sublinha o BPF, num comunicado distribuído nesta quinta-feira de manhã, com as novidades.
Miguel Alves assume o cargo de CFO a 2 de Março. Tem 36 anos, formado em Coimbra e nos últimos anos trabalhou no Fundo Europeu de Investimento, no Luxemburgo DR
“A entrada do Miguel Alves representa um reforço claro da nossa ambição e capacidade. Com a sua experiência institucional no Grupo BEI-FEI, aliada ao trabalho de diplomacia de vários países e vários governos e à capacidade multilingue de interacção em várias geografias, será um CFO com visão de negócio global, com impacto nos resultados, com reforço da nossa competitividade e com foco nas empresas e na economia”, argumenta o presidente do banco promocional do Estado português, Gonçalo Regalado, citado no mesmo comunicado.
Segundo a nota biográfica divulgada pelo BPF, Miguel Alves “é detentor da certificação CFA Charter e possui uma experiência profissional de mais de uma década no FEI, no Luxemburgo, com envolvimento na gestão de instrumentos financeiros, num montante superior a 22,5 mil milhões de euros, nas dimensões do capital, das garantias e dos projectos de investimento”.
O nome do escolhido para suceder a Bruno Rodrigues (que saiu do BPF em Outubro de 2025) já tinha sido noticiado no último trimestre de 2025, tendo a escolha sido avaliada de forma positiva pelo Banco de Portugal. Além da licenciatura em Economia, Alves fez formação em Harvard (EUA) e na London School of Economics (Inglaterra).
“O ano de 2025 foi muito desafiante para o banco e 2026 trará novos desafios aos quais é preciso dar resposta com dinamismo e capacidade (…) assegurando que os instrumentos financeiros chegam de forma eficaz à economia real e promovem o crescimento sustentável das empresas e do nosso país”, frisa Miguel Alves, na mesma nota à imprensa.
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