
Não foi uma despedida emotiva. Sentado, em frente a uma câmara e com prateleiras de troféus atrás, Mohamed Salah anunciou que vai sair do Liverpool no final da presente temporada, a nona desde que chegou a Anfield, em 2017. Sem olhar para a câmara, a olhar para um teleponto/folha de papel com letras grandes e a ler o que alguém tinha escrito para ele, o avançado egípcio tocou nas teclas certas: “o Liverpool faz parte da minha vida”, “o Liverpool não é só um clube, é uma paixão”, “obrigado aos meus companheiros”, “obrigado aos adeptos”, “nunca vou caminhar sozinho”. Não é este Mo Salah que conhecemos do campo, goleador emotivo, apaixonado e apaixonante. Foi Salah a mostrar-se resignado com algo que parecia inevitável há vários meses.
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