Sinto-me como o judeu Herman Levin na série The Plot Against America (a partir do romance homónimo de Philip Roth) quando olho para a televisão. A mesma angústia, a mesma impotência. Por isso, saio de casa, saio da televisão, e vou ao cinema. Escapismo? Sim, se isso significar que, mesmo sabendo-o impossível, prefiro ver o mundo como gostaria que ele fosse — o tal “monde qui s’accorde à nos désirs” de Godard.
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