Durante os duros anos da troika, Maria Lúcia Amaral foi uma heroína para muita gente: um baluarte de sensatez e coragem num Tribunal Constitucional que impediu que o ajustamento no sector do Estado fosse feito através de cortes definitivos de vencimentos ou de despedimentos no sector público. Cada vez que uma nova medida era chumbada pelo TC, os portugueses que estavam ao lado do Governo de Passos Coelho encontravam algum consolo nas declarações de voto da então juíza-conselheira Maria Lúcia Amaral, que durante demasiado tempo pareceu ter o quase monopólio de lucidez naquela casa.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com



