O que fazer neste fim-de-semana? Passear entre alheiras e camélias

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Feira da Alheira de Mirandela

MIRANDELA Do Parque do Império à zona pedonal da Rua da República. De 26/2 a 1/3, das 10h às 24h. Entrada livre

Numa tradição com 26 anos, Mirandela volta a homenagear o seu artigo-bandeira, que no currículo traz os selos de Especialidade Tradicional Garantida e uma das Sete Maravilhas da Gastronomia de Portugal. Nesta edição, a feira conta com mais de uma centena de expositores, onde se pode provar e levar o tradicional enchido fumado a par de outros produtos locais como queijos, azeites, compotas, mel, vinhos, pão ou artesanato. Música, exposições, demonstrações culinárias, concursos, passeios TT e desfiles equestres completam o cabaz.

BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market

LISBOA FIL – Centro de Exposições e Congressos de Lisboa. De 25/2 a 1/3. Sexta, das 17h às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 20h (dias 25 e 26 só para profissionais). 8€ (grátis para crianças até aos dez anos)

A 36.ª edição do salão dedicado ao turismo e às viagens traz espaço alargado a cinco pavilhões, 1700 expositores, mais de 125 destinos além de Portugal e centenas de eventos paralelos e campanhas exclusivas. Gastronomia, enoturismo, cultura, wellness, alojamentos e animação turística também marcam presença na feira que, este ano, dá destaque ao Brasil (Destino Internacional), ao Algarve (Destino Nacional) e à Figueira da Foz (Município). Programa completo em btl.fil.pt.

XIII Exposição de Camélias

SINTRA Largo Rainha D. Amélia, em frente ao Palácio Nacional de Sintra. De 28/2 a 1/3. Sábado, das 12h às 18h; domingo, das 9h30 às 18h. Entrada livre; visitas paralelas a 5€ (mediante inscrição prévia)

Oportunidade para admirar “os mais belos exemplares” de camélia. A garantia vem da Parques de Sintra, que organiza a 13.ª edição da mostra, em conjunto com “algumas das principais quintas e jardins da região”. Com uma montra cheia de cameleiras, os visitantes podem ainda ficar a conhecer os vencedores do concurso, participar em workshops e enveredar por visitas guiadas às colecções do Parque da Liberdade, do Chalet Biester, da Quinta do Relógio e da Quinta da Regaleira (em cena até 21 de Março).

Luca Argel

BRAGA Theatro Circo. Dia 28/2, às 21h30. M/6. 12€ a 15€

O cantautor brasileiro (radicado em Portugal) tem novo álbum para mostrar. Editado há cerca de um mês e intitulado O Homem Triste, “mergulha nas profundezas da saúde mental masculina e na política das emoções”. Primeiro mar, Arqueologia do armário e Se acabou são três dos temas que fazem parte deste trabalho que é também um objecto: vem acompanhado de um Mapa d’O Homem Triste, uma extensão visual das canções em forma de “cartografia simbólica” com lugares imaginários construídos a partir de “emoções, silêncios e zonas de conflito”. Este concerto tem honras especiais: conta com a presença de Moreno Veloso, produtor do disco.

Paulo Flores

PORTO Casa da Música. Dia 28/2, às 21h. M/6. 25€ a 45€

Cantor, guitarrista e compositor, Paulo Flores é uma referência da música angolana, com uma carreira de mais de 30 anos enraizada no semba. Neste concerto, mostra Canções Que Fiz pra Quem Me Ama, registo editado em 2025 e apresentado como “uma ode à vida, mistura emotiva de ritmos ricos, melodias sinceras e narrativas poéticas que transcendem fronteiras”. Bandula (nossa terra), Kidi muene tu fua muene (com a participação de Bonga), Luz e fé (no mwangolé) e Pensei fazer mais um semba são algumas das melodias que fazem parte do álbum.

Ti Chitas – A Voz Que É Uma Montanha

LISBOA Centro Cultural de Belém. De 26/2 a 1/3. Quinta e sexta, às 11h (para escolas); sábado, às 19h, e domingo, às 17h (público geral). M/6. 3,50€ a 7,50€

Em estreia absoluta, uma ópera sobre Catarina Sargenta (1913-2003), mulher nascida em Penha Garcia, Idanha-a-Nova, apresentada como “pastora, cantora e tocadora de adufe” e conhecida por Ti Chitas. Composta por Teresa Gentil e interpretada pela Orquestra Barroca D’Aquém Mar, com a soprano Patrícia Modesto e sob a batuta de P­­edro Castro, evoca “a voz como memória” e o “património inquantificável de saberes e ensinamentos, transmitidos oralmente por sucessivas gerações de mulheres”, descreve a sinopse. O espectáculo é complementado pela oficina de percussão Tratar o Adufe por Tu, orientada por Rui Silva (no dia 28, às 15h30) e já com lotação esgotada.

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