O que fazer? Quarta é dia de Veneno, festivais e “comédia bancocrática”

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Veneno – História de Um Casamento

LISBOA Teatro Aberto. De 19/3 a 3/5. Quarta e quinta, às 19h; sexta e sábado, às 21h30; domingo, às 16h. M/16. 17€

Carla Maciel e Gonçalo Waddington dão vida a este texto emocionalmente intenso, sobre um ex-casal que se reencontra dez anos depois de uma grande perda de que ainda persistem feridas abertas e muito por dizer. O texto é da dramaturga Lot Vekemans; esta versão, de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos.

Os Contratos do Comerciante

LISBOA São Luiz Teatro Municipal. De 8/4 a 12/4. Quarta a sábado, às 20h; domingo, às 17h30. M/14. 12€

Em estreia pelos Auéééu, Uma Comédia Bancocrática (assim a designa o subtítulo) que satiriza o sector financeiro. Baseada nos textos da nobelizada escritora austríaca Elfriede Jelinek, passa-se “no campo minado das especulações e da aldrabice”, explica o colectivo, e explora “a corrida desenfreada do dinheiro e o impacto da ganância na vida do cidadão comum”. São três horas de um espectáculo não-linear e “sobretudo discursivo”, que se mostra “sempre consciente de que pensar numa sociedade de mercado implica desconfiar da própria estrutura do pensamento”, acrescentam.

A Luz Que Ficou – Um Retrato Íntimo do São Luiz

LISBOA São Luiz Teatro Municipal. De 27/3 a 19/7 (em dias de espectáculo). Grátis

O riso de Ricardo Araújo Pereira, o Perfil Perdido de Marco Martins, a Má Educação da Formiga Atómica, Lindos Dias encenados por Sandra Faleiro, o contrabaixo dos Garfo, A Tempestade segundo António Pires, o retrato de Olga Roriz, a dança em Uníssono por Victor Hugo Pontes, os bastidores da Gala Abraço, a graça dos Dead Combo… Estelle Valente tem vindo a fotografar o que tem passado pelas tábuas do teatro lisboeta. Esta exposição encapsula dez anos de “imagens de cena, bastidores, retratos e instantes de silêncio captados no vazio dos corredores e dos palcos”, descreve a folha de sala.

Westway Lab

GUIMARÃES Centro Cultural Vila Flor, Teatro Jordão e outros locais. De 8/4 a 11/4. 20€ a 30€ (concertos)

O evento vimaranense move-se em três dimensões: Lab, Live e Meeting. Correspondem, em bom português, às áreas de criação (residências artísticas), música ao vivo e encontros (palestras, conversas, conferências…). Nascido em 2014, o festival-laboratório continua a fazer jus ao propósito de funcionar como “plataforma para a experimentação e colaboração entre artistas de várias origens e estilos”.

É neste ambiente fértil que prosperam os 23 concertos da 13.ª edição (a cargo de MXGPU, Smag På Dig Selv, Ditter, Gans, Scúru Fitchádu e muitos outros), a que se juntam as tais actividades de sinergia entre “artistas, profissionais da indústria e públicos” (com Jim Jarmusch, Rodrigo Areias, Rui Vargas e DJ Vibe entre os oradores) e, novidades deste ano, o Cableway (um novo segmento de contacto entre artistas de fora com talentos locais, em viagens de teleférico) e um programa de formação para jovens profissionais da música. O programa detalhado está em www.westwaylab.com.

DDD – Dias da Dança

PORTO, MATOSINHOS e VILA NOVA DE GAIA Vários locais. De 8/4 a 19/4. Grátis a 12€

Alice Ripoll, Chiara Bartl-Salvi, Diana Niepce, Éric Minh Cuong Castaing, Piny e Tânia Carvalho estão entre os coreógrafos convocados para a décima edição do festival. O programa alinhado por Drew Klein, o director artístico, soma um total de 50 apresentações, com direito a 13 espectáculos em estreia absoluta e cinco pela primeira vez em Portugal. Nestas inclui-se a Encruzilhada que faz subir a cortina, pelas mãos do Balé da Cidade de São Paulo, a questionar “como sustentar o espaço do outro diante do isolamento” num tempo em que “mover-se em grupo se torna um gesto político”. É antecedido pela performance de Candela Capitán The Death at the Club, também em estreia nacional. Mais informações em www.festivalddd.com.

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