Vivian Maier – Antologia
PORTO Centro Português de Fotografia. De 27/3 a 30/8. Todos os dias, das 10h às 19h. 10€ (a reverter para a associação Acreditar)
Podem ser vistas mais de 140 obras de Vivian Maier (1926-2009), a fotógrafa norte-americana que permaneceu na escuridão até o seu trabalho ter sido trazido à luz tardiamente e quase por acaso, já em 2007, abrindo caminho ao reconhecimento de um talento que a colocaria entre os maiores do século XX. A exposição, montada no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento, “destaca a capacidade da fotógrafa para captar a beleza, o humor e a humanidade presentes no quotidiano, sobretudo nos encontros fortuitos com desconhecidos”. É sobretudo da energia das ruas que vivem as suas imagens.
Bonito Serviço! Artesanato e Design nos Serviços de Chá e Café Portugueses
BARCELOS Espaço Cultura. De 25/2 a 17/4. Segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 17h. Grátis
A mostra serve-se do acervo do Museu de Olaria e da Colecção Parra para propor uma “reflexão sobre a excelência da cerâmica nacional entre os séculos XIX e XX”. Reúne mais de uma centena de serviços de chá e café.
Vocal_Idade na Casa
PORTO Casa da Música. Dia 30/3, às 19h. M/6. 8€
O grupo de Matosinhos, formado por cerca de 50 elementos com idades acima dos 55 anos, dá um concerto preenchido por repertório “variado, festivo e feito à medida de quem canta”. A direcção musical é de António Miguel Teixeira e Lilian Raquel.
Páscoa Doce
VIANA DO CASTELO Centro histórico. De 27/3 a 6/4. Grátis
O município minhoto tem em marcha um vasto programa que leva “fé e animação ao centro histórico”, através de jogos temáticos, exposições, workshops, concertos, manifestações religiosas pascais e muito mais.
Water Damage
LISBOA Zé dos Bois. Dia 30/3, às 21h. M/16. 13€
Depois de ter actuado, no bracarense Gnration, o colectivo de Austin (Texas, EUA) desce a Lisboa artilhado da sonoridade drone, circular, minimalista e algo imprevisível que resulta da sua formação variável. A abertura do concerto está a cargo de Força Maior, o nome por que responde a dupla formada por Pedro Alves Sousa (saxofone) e Pedro Tavares (electrónicas), com o álbum Morte Lilás em mãos.
Malte Marten
LISBOA Teatro Villaret. Dia 30/3, às 21h. M/6. 39€ a 49€
De tocador de rua, Malte Marten cresceu para músico requisitado pelos palcos, angariador de seguidores online e professor do seu instrumento, o handpan, em cuja interpretação é considerado um mestre virtuoso — e, por muitos, até condutor de experiências transformadoras a um nível espiritual. Esta noite, o Villaret pára para o ouvir.
Habitar a Contradição
LISBOA Centro de Arte Moderna Gulbenkian. De 8/11 a 30/3. Quarta a segunda, das 10h às 18h (ao sábado, até às 21h). 8€ a 14€
Chega ao fim uma das exposições “mais complexas e pessoais” de Carlos Bunga (n.1976, Porto), descrita pela folha de sala como uma “meditação sobre a ausência e a reinvenção, e sobre a complexidade de manter em simultâneo múltiplas verdades, muitas vezes contraditórias”. Para a erguer, Bunga foi buscar obras suas e da colecção do Centro de Arte Moderna Gulbenkian.
Com uma linha artística apontada às possibilidades da forma e à reinterpretação de arquitecturas, expandindo a prática ao desenho, escultura, instalação, fotografia e vídeo, o artista tem aqui como ponto de partida um dos seus desenhos surrealistas, A Minha Primeira Casa Foi Uma Mulher, 1975 (2018), um trabalho que “mostra uma figura grávida, cuja cabeça é uma casa, cujos membros são simultaneamente retratados como humanos e animais e cujo torso é atravessado por um selo da era colonial”.
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