
Dia Nacional dos Moinhos
MEALHADA Mercado Municipal da Pampilhosa. De 7/4 a 30/4. Grátis
A inauguração de duas exposições — uma de fotografias do património molinológico e outra de carácter etnográfico — e a projecção do documentário Entre Moinhos e Fornos: Memórias da Tradição (nesta terça, às 18h), marcam o arranque das comemorações do Dia Nacional dos Moinhos na Mealhada. Estendidas até ao final do mês e focadas no ciclo do pão, farão dos moinhos do Lograssol e de Santa Cristina os palcos principais, com o ponto alto a ter lugar no domingo, dia 12, entre caminhadas, um mercadinho, um workshop de cereais e nutrição, a confecção e cozedura de pão em forno a lenha, venda de malassadas e outros sabores.
AMADORA Moinho do Penedo (Mina de Água). Dias 7/4, 11/4 e 12/4. Terça, das 10h às 14h; sábado, das 15h às 16h30; domingo, das 10h às 11h30. Grátis, mediante marcação (museu@cm-amadora.pt ou 214 369 090)
Para assinalar este Dia Nacional dos Moinhos, a Amadora ruma ao do Penedo, o “único moinho de vento do concelho disponível para visitas ao público” entre os muitos que, em tempos, “chegaram a produzir 21.000 a 32.200 toneladas de farinha por ano, que se destinava sobretudo a suprir o grande défice de pão que existia na capital”, esclarece a autarquia. Ali são promovidas visitas orientadas que recordam a importância da actividade moageira e da herança moleira local. As desta terça-feira estão reservadas a escolas e grupos organizados; as do fim-de-semana destinam-se ao público em geral.
MONTIJO Moinho de Maré do Cais e Moinho de Vento do Esteval. Dias 7/4, 11/4 e 12/4. Grátis
Em parceria com a Academia Sénior de Sarilhos Grandes e para “preservar a memória e o saber tradicional associado a estas estruturas emblemáticas”, o Moinho de Maré do Cais acolhe uma oficina de construção de moinhos em miniatura (esta terça-feira, para escolas) e uma recriação histórica (dia 11, às 11h e 12h). No Moinho de Vento do Esteval lê-se Um Conto no Moinho de Vento (dia 11, às 15h30). Ambos estão abertos a visitas livres no sábado e no domingo, entre as 14h30 e as 18h.
Estas são apenas algumas das dezenas de iniciativas da rede de Moinhos Abertos, que aproveita a efeméride para promover actividades por todo o país, dentro e à volta de moinhos de vento, água ou maré. Este ano, estão envolvidos 234 de 65 municípios do continente e dos Açores. O roteiro desenha-se em www.moinhosdeportugal.org ou com a ajuda de uma aplicação que pode ser descarregada para o efeito.
Arquitectura Política Desenhada. A propósito de Manuel Correia Fernandes
MATOSINHOS Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura. De 22/11 a 26/4. Terça a sexta, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 10h às 19h. 5€
Instalada na Galeria da Casa da Arquitectura, com curadoria e projecto expositivo de Carlos Machado e Moura e Vítor Alves, viaja pelo percurso multifacetado do professor e arquitecto Manuel Correia Fernandes. Do ensino à gestão académica, passando pelo legado arquitectónico e pelo envolvimento autárquico e associativo, expõe-se “a coerência, diversidade e escala da sua obra” e “uma visão do arquitecto como agente interventivo na sociedade”. Um programa paralelo de visitas orientadas, ciclo de conferências e debates, e actividades do serviço educativo complementa a exposição.
O Amor É Fodido
LISBOA Teatro Maria Matos. Dias 7/4 e 8/4, às 21h. M/18. 18€
João Garcia Miguel e companhia lançam-se ao livro homónimo de Miguel Esteves Cardoso, num monólogo tragicómico centrado na história de “um homem à beira do precipício, atormentado pelas lembranças das mulheres da sua vida”, descreve a folha de sala. Neste lugar comum por onde todos já passámos – “no amor e no que no amor nos fode” –, o dilema que vem à tona é saltar ou ficar preso na terra de ninguém.
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