Portugal não está à beira de um colapso. Encontra-se num estado mais insidioso e, por isso mesmo, mais perigoso: a estagnação normalizada. Habituámo-nos a um país bloqueado na produtividade e na capacidade de decisão, e a um Estado que promete celeridade, mas entrega labirintos processuais. Um país que debate tudo até à exaustão, reforma pouco e, no fim, confunde estabilidade com imobilismo.
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