No ano passado, os pedidos de protecção internacional baixaram quase 23% em relação a 2024. Em Portugal, segundo disse o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, na quarta-feira, no Parlamento, anunciando a descida, observa-se uma “grande diferença entre o perfil de fluxos” de imigrantes e de refugiados, pois este último é “praticamente inexistente”. E afirmou mesmo que, ao contrário de outros países, em Portugal “não acontece” um “uso impróprio” do mecanismo de protecção internacional.
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