“Perdi mesmo a esperança de receber alguma coisa” para reconstruir o que a Kristin destruiu

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Todos os dias Ermelinda Rainho volta a casa. O cheiro a mofo inundou as divisões, do tecto caem continuamente pingos de água, mesmo nos dias em que não chove. Acredita que “a placa está toda encharcada, e é por isso que a humidade e o bolor começaram a aparecer”. O telhado voou, foi completamente arrancado pelo vento na madrugada de 28 de Janeiro, na fúria da depressão Kristin. Aos 69 anos, a mulher que se aposentou prematuramente por questões de saúde, que até há pouco mais de um mês ali vivia com uma filha, na aldeia de S. Miguel, Souto da Carpalhosa, Leiria, carrega sobretudo falta de esperança.

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