Não sei se vos acontece, mas a mim surgem-me, recorrentemente, músicas na cabeça de forma inopinada. São, geralmente, uma banda sonora, uma espécie de comentário inconsciente ao que estou a viver no momento. Por exemplo: se, de repente, me aparece My favorite things na versão de John Coltrane, significa que estou especialmente feliz; se me aparece Who wants to live forever, dos Queen, estou num momento mais existencialista; se ouço Goin’ the distance, do filme Rocky, The revolution will not be televised, de Gil Scott-Heron, ou a Grândola, estou em modo combativo. As canções de Nina Simone, das Ketekalles ou excertos do Requiem de Mozart também têm lugar cativo na banda sonora dos meus sentimentos.
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